Terça-feira, Julho 28, 2026
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Presidente da ANEMP nega acusações de ocupação de terrenos no Kilamba e aponta esquema de invasores da cooperativa de antigos combatentes Luanda – O presidente da Associação Nacional de Empresas de Manutenção Predial (ANEMP), Francisco Chaves negou o seu envolvimento sobre ocupação de parcelas de terra no município do Kilamba, em Luanda, e disse tratar-se de um esquema organizado de invasores de terrenos coordenados pelos cidadãos identificados por Lucas Mungambi Fulai e João Tchinda, que recorrem de modo ardiloso à estrutura jurídica e administrativa da Cooperativa Agropecuária Filhos de Antigos Combatentes Bita CACAT, RL e a documentos falsos para atestar uma suposta titularidade de espaços na Urbanização Mil Cores (UMC). Reagindo às acusações proferidas pelo vice-presidente da Cooperativa de Antigos Combatentes, Lucas Mungamba Fly, o responsável da Urbanização Mil Cores (UMC), Francisco Chaves esclarece que o processo de loteamento dos espaços no perímetro que actualmente constitui a Urbanização Mil Cores começou em 2016, conduzido pelo Governo da Província de Luanda (GPL), Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda (IPGUL) e pela Administração do Kilamba. No seu Direito de Resposta, Francisco Chaves faz notar que a actuação da UMC se circunscreve apenas na coordenação do mecanismo de controlo gizado pelos beneficiários de espaço no referido território, enquanto presidente da comissão, criada por deliberação em assembleia dos beneficiários dos processos de loteamento de terreno, promovido pelo Governo Provincial de Luanda. Esclarece também que a sua organização, não detém assinaturas nem símbolos que representem a autoridade do Estado, “tão pouco temos poderes para o efeito, porquanto não estarmos investidos de instrumento jurídico legal (procuração), para representar o Estado e litigarmos em favor mesmo”. Fonte: Club-K.net

O presidente da Associação Nacional de Empresas de Manutenção Predial (ANEMP), Francisco Chaves negou o seu envolvimento sobre ocupação de parcelas de terra no município do Kilamba, em Luanda, e disse tratar-se de um esquema organizado de invasores de terrenos coordenados pelos cidadãos identificados por Lucas Mungambi Fulai e João Tchinda, que recorrem de modo ardiloso à estrutura jurídica e administrativa da Cooperativa Agropecuária Filhos de Antigos Combatentes Bita CACAT, RL e a documentos falsos para atestar uma suposta titularidade de espaços na Urbanização Mil Cores (UMC).

Reagindo às acusações proferidas pelo vice-presidente da Cooperativa de Antigos Combatentes, Lucas Mungamba Fly, o responsável da Urbanização Mil Cores (UMC), Francisco Chaves esclarece que o processo de loteamento dos espaços no perímetro que actualmente constitui a Urbanização Mil Cores começou em 2016, conduzido pelo Governo da Província de Luanda (GPL), Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda (IPGUL) e pela Administração do Kilamba

No seu Direito de Resposta, Francisco Chaves faz notar que a actuação da UMC se circunscreve apenas na coordenação do mecanismo de controlo gizado pelos beneficiários de espaço no referido território, enquanto presidente da comissão, criada por deliberação em assembleia dos beneficiários dos processos de loteamento de terreno, promovido pelo Governo Provincial de Luanda.

Esclarece também que a sua organização, não detém assinaturas nem símbolos que representem a autoridade do Estado, “tão pouco temos poderes para o efeito, porquanto não estarmos investidos de instrumento jurídico legal (procuração), para representar o Estado e litigarmos em favor mesmo”.

Fonte: Club-K.net

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