O presidente do Partido da União Patriótica (PUP), António Barros, revelou esta quarta-feira, 07 de Outubro de 2026 que a legalização da sua força política é fruto da forte mobilização nas ruas, nos bairros, nas universidades e nas lavras e promete defender liberdade económica para empreender e produzir
A informação foi avançada durante seu discurso de apresentação do partido. A legalização da formação política resulta da anotação oficial pelo Tribunal Constitucional no dia 10 de Setembro, que permite ao PUP trabalhar legalmente como partido político.
O líder agradeceu cada cidadão que assinou, que acreditou, que deu seu contributo durante a caminhada foi longa.
“Obrigado aos jovens voluntários, às zungueiras, aos taxistas e mototaxistas”, agradeceu.
De acordo com Barros, o processo de legalização reuniu mais de 15 mil assinaturas em todo o país, superando as 7.500 exigidas por lei.
O responsável classificou o PUP como um partido de que adopta o liberalismo social.
“Vamos defender liberdade económica para empreender e produzir riqueza combinada com um Estado que garanta saúde, educação, emprego, habitação e justiça social.”, disse o político
Segundo o responsável o partido surgir com intuito de responder à aspiração de uma parte da sociedade.
Na ocasião, o presidente do PUP lançou duras críticas devido a dependência de importações, o desemprego de jovens e a falta de condições para o escoamento da produção nacional.
Diz que está muito cansado de ver “mãe zungueira à procura de como sustentar os filhos” e “o jovem com formação académica a conduzir moto táxi”.
Fonte: sem Tréguas


