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Gêmeas angolanas residentes em Portugal detidas na Suíça por alegado tráfico de drogas após terem sido dadas como desaparecidas

As irmãs gémeas angolanas Leila e Laila Lourenço, de 23 anos, residentes em Portugal, foram detidas na Suíça alegadamente por envolvimento em tráfico de drogas, depois de terem sido dadas como desaparecidas pela família.

O desaparecimento das jovens foi comunicado pelos familiares nas redes sociais, que informaram ter perdido contacto com as irmãs desde o dia 24 de junho. Inicialmente, a família acreditava que Leila e Laila se deslocariam ao Porto, em Portugal. No entanto, imagens divulgadas posteriormente indicavam que ambas tinham viajado para o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, destino que, segundo os familiares, nunca lhes foi comunicado.

Na altura, os familiares manifestaram preocupação por desconhecerem o paradeiro das jovens, salientando que os seus telemóveis permaneciam desligados e que os passaportes também não tinham sido encontrados. A família chegou a contactar as autoridades portuguesas e as embaixadas envolvidas, numa tentativa de localizar as irmãs.

Entretanto, veio a público que as duas jovens foram intercetadas e detidas na Suíça por suspeitas de envolvimento num alegado esquema de tráfico de drogas. Até ao momento, as autoridades competentes não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias da detenção, nem sobre a quantidade ou o tipo de substância apreendida.

O caso continua sob investigação, enquanto se aguarda por um pronunciamento oficial das autoridades suíças e por mais esclarecimentos sobre o processo.

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Presidente da ANEMP nega acusações de ocupação de terrenos no Kilamba e aponta esquema de invasores da cooperativa de antigos combatentes Luanda – O presidente da Associação Nacional de Empresas de Manutenção Predial (ANEMP), Francisco Chaves negou o seu envolvimento sobre ocupação de parcelas de terra no município do Kilamba, em Luanda, e disse tratar-se de um esquema organizado de invasores de terrenos coordenados pelos cidadãos identificados por Lucas Mungambi Fulai e João Tchinda, que recorrem de modo ardiloso à estrutura jurídica e administrativa da Cooperativa Agropecuária Filhos de Antigos Combatentes Bita CACAT, RL e a documentos falsos para atestar uma suposta titularidade de espaços na Urbanização Mil Cores (UMC). Reagindo às acusações proferidas pelo vice-presidente da Cooperativa de Antigos Combatentes, Lucas Mungamba Fly, o responsável da Urbanização Mil Cores (UMC), Francisco Chaves esclarece que o processo de loteamento dos espaços no perímetro que actualmente constitui a Urbanização Mil Cores começou em 2016, conduzido pelo Governo da Província de Luanda (GPL), Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda (IPGUL) e pela Administração do Kilamba. No seu Direito de Resposta, Francisco Chaves faz notar que a actuação da UMC se circunscreve apenas na coordenação do mecanismo de controlo gizado pelos beneficiários de espaço no referido território, enquanto presidente da comissão, criada por deliberação em assembleia dos beneficiários dos processos de loteamento de terreno, promovido pelo Governo Provincial de Luanda. Esclarece também que a sua organização, não detém assinaturas nem símbolos que representem a autoridade do Estado, “tão pouco temos poderes para o efeito, porquanto não estarmos investidos de instrumento jurídico legal (procuração), para representar o Estado e litigarmos em favor mesmo”. Fonte: Club-K.net
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