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CNJ COM NOVO ROSTO NA PRESIDÊNCIA ENQUANTO UNI-ANGOLA REPUDIA POSTURA DE ISAÍAS KALUNGA

O presidente da Uni-Angola, Mário Fernandes, avançou que a VIII Assembleia Geral de cessação e renovação de mandatos do Conselho Nacional de Juventude, realizada nesta sexta-feira, 15 de Maio, elegeu Wilson Domingos como novo presidente da organização juvenil.

Apesar dos incidentes registados, o líder da Uni-Angola manifestou satisfação pela realização da assembleia e pela eleição do novo presidente do CNJ, defendendo que Wilson Domingos tem agora a responsabilidade de conduzir os destinos da juventude angolana e fortalecer o papel do Conselho Nacional de Juventude no país.

Segundo o responsável, Wilson Domingos foi eleito com o maior número de votos das organizações filiadas ao CNJ, conferindo legitimidade ao novo líder da instituição juvenil angolana.

Mário Fernandes explicou que a assembleia decorreu em conformidade com os estatutos do Conselho Nacional de Juventude e destacou que o mandato do presidente cessante, Isaías Kalunga, teve início a 27 de Agosto de 2020, tendo terminado a 27 de Agosto de 2024, com uma extensão de mais um ano até Agosto de 2025.

Durante as declarações, o responsável da Uni-Angola repudiou igualmente a postura de um grupo de indivíduos alegadamente liderados por Isaías Kalunga, acusando-os de tentarem invadir o local do evento e criar tumultos para impedir a realização da assembleia.

De acordo com Mário Fernandes, o grupo teria chegado ao local acompanhado de indivíduos identificados como Pablo Ouro, Sebastião Jaca Maurício e outros cidadãos alegadamente munidos de objectos contundentes, numa tentativa de intimidar e agredir os participantes presentes no acto.

“Felizmente chegaram já na fase final do evento e não conseguiram alcançar o objectivo de impedir a realização da assembleia legalmente estabelecida”, afirmou.

O responsável considerou a acção como um acto criminoso que, segundo disse, não representa os princípios das instituições angolanas, assentes no rigor, justiça e ordem pública.

Mário Fernandes assegurou ainda que serão accionados os mecanismos legais para responsabilizar os envolvidos pelos alegados actos praticados no local.

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