Flávia Fernanda Ferreira Pereira “Fofa” de 37 anos que se encontrava em estado de coma após ter sido submetida a um alegado procedimento de hidrolipo numa clínica de estética, em Luanda, morreu esta quinta-feira na Clínica Geral Katondo, agravando um caso que voltou a levantar preocupações sobre a fiscalização de estabelecimentos do sector.
Na sequência da morte da paciente, o Juiz de Garantias decretou a prisão preventiva da proprietária da clínica, Leonice, de 43 anos, detida pela Direcção de Investigação de Ilícitos Penais por suspeitas de envolvimento no caso.
Segundo as autoridades, a investigação foi desencadeada após uma denúncia apresentada pelos familiares da vítima, que alegam que a mulher sofreu uma paragem cardiorrespiratória durante o procedimento estético realizado no passado dia 1 de Julho.
O DIIP prossegue as investigações para esclarecer as circunstâncias da morte, verificar a legalidade do funcionamento da clínica e apurar eventuais responsabilidades criminais dos envolvidos.
Flávia Fernanda Ferreira Pereira, conhecida como “Fofa”, residia em Portugal e deixa quatro filhos. Também deixa seus pais, de quem cuidava com dedicação.


