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SIC-Luanda detém mulher suspeita de matar a facada ex-companheiro em Viana

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, através do seu Departamento Municipal de Viana, deteve uma cidadã de 29 anos de idade, suspeita do crime de homicídio qualificado, em razão da qualidade da vítima.

A detenção ocorreu no dia 30 de janeiro do ano em curso envolve uma cidadã nacional, doméstica, alegadamente responsável pela morte do seu ex-companheiro, ocorrida no interior de uma residência situada no bairro Luanda Sul, município de Viana. A vítima foi identificada como Miguel Lopes Bande, de 38 anos de idade, professor de profissão.

De acordo com as autoridades, numa fase inicial o caso foi comunicado como um suposto suicídio. No entanto, após a deslocação de uma equipa técnica ao local e a realização de uma perícia preliminar ao cadáver, foram identificados múltiplos sinais de violência, incluindo quatro ferimentos nas regiões do pescoço, antebraço esquerdo, abdómen e axilas, provocados por um objeto corto-perfurante, o que levou ao afastamento da hipótese de suicídio.

As investigações apuraram ainda que a vítima e a suspeita estavam separados há cerca de um ano, após uma relação conjugal de cinco anos, da qual resultou um filho, atualmente com oito anos de idade.

Foi também constatado que a suspeita foi a primeira pessoa a comunicar o óbito à família, alegando ter encontrado a vítima já sem vida e atribuindo a morte a possíveis problemas de saúde, relacionados com uma patologia que provocava emagrecimento e infeções cutâneas.

Entretanto, as autoridades confirmaram que, na noite anterior ao ocorrido, ambos teriam passado a noite juntos na residência da vítima, local onde se deu o crime, informação que não havia sido inicialmente revelada pela suspeita.

No local, foi apreendida uma faca de cozinha, presumivelmente utilizada na prática do crime, bem como dois telemóveis pertencentes à vítima e à suspeita. Os materiais foram encaminhados para o Laboratório Central de Criminalística para a realização de exames forenses.

Em nota, o SIC-Luanda apelou aos cidadãos para que privilegiem o diálogo como principal meio de resolução de conflitos, desencorajando qualquer forma de justiça pelas próprias mãos.

 

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